| O Acervo Escultórico do Rio de Janeiro |
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Todo ano, no dia 19 de abril, data do aniversário de nascimento do ex-presidente, o busto aparece coberto de flores.
Em 1937, instala a ditadura do Estado Novo, com forte repressão política. Em 1945, é derrubado pelos militares. Contribui para a formação do Partido Social Democrático (PSD) e do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e torna-se senador. Em 1950 elege-se presidente pelo PTB. É combatido pela oposição conservadora de civis e militares. O envolvimento do chefe de sua guarda no atentado contra Carlos Lacerda leva as Forças Armadas a exigir sua renúncia. Suicida-se com um tiro no peito na madrugada de 24 de agosto de 1954, dentro do Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. “Mais
uma vez, as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se
novamente e desencadeiam-se sobre mim. Não me acusam, insultam;
não me combatem, caluniam – e não me dão
o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha
ação, para que eu não continue a defender, como
sempre defendi, o povo e principalmente os humildes (...). Iniciei o
trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade
social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo.
A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à
grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho.
Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo
de quem fui escravo será mais escravo de ninguém (...)
Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio.
Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da
vida para entrar na História.” Monumento a Gonçalves Dias O Busto se encontra em uma das quatro “praças” do Colégio Gonçalves Dias, na Praça do Poeta. Na hora do recreio, os alunos adoram se concentrar nos jardins, especialmente nesta “praça”. O local, cheio de árvores, agrada em cheio a todos. A Praça do Poeta é a mais antiga, pois existe desde a fundação da escola. (http://www.gd.g12.br)
Voltou
ao Brasil e, em 1861 e 62, viajou pelo Norte, pelos rios Madeira e Negro,
como membro da Comissão Científica de Exploração.
Voltou ao Rio de Janeiro em 1862, seguindo logo para a Europa, em tratamento
de saúde, bastante abalada, e buscando estações de
cura em várias cidades européias. Em 10 de setembro de 1864,
embarcou para o Brasil no Havre no navio Ville de Boulogne, que naufragou,
no baixio de Atins, nas costas do Maranhão, tendo o poeta perecido
no camarote, sendo a única vítima do desastre, aos 41 anos
de idade.
Coimbra, julho de 1843 http://www.mundocultural.com.br/ Monumento a José de Alencar Está localizado na praça José de Alencar, no Catete, modelada e fundida pelo escultor Rodolfo Bernardelli. Inaugurada em 1º de Maio de 1897. Em seu pedestal foram embutidos medalhões em baixos relevos do mesmo escultor representando cenas extraídas dos romances: O Guarany, o Gaúcho, o Sertanejo e Iracema. (Carlos Sarthou - As Estátuas do Rio de Janeiro, Leo Editores, RJ.)
Formado,
começa a advogar no Rio e passa a colaborar no Correio Mercantil,
convidado por Francisco Otaviano de Almeida Rosa, seu colega de Faculdade,
e a escrever para o Jornal do Comércio os folhetins que, em 1874,
reuniu sob o título de Ao correr da pena. Redator-chefe do Diário
do Rio de Janeiro em 1855. Filiado ao Partido Conservador, foi eleito
várias vezes deputado geral pelo Ceará; de 1868 a 1870,
foi ministro da Justiça. Porém, não conseguiu realizar
a ambição de ser senador, devendo contentar-se com o título
do Conselho. Desgostoso com a política, passou a dedicar-se exclusivamente
à literatura. Começou com críticas ao poema épico
de Domingos Gonçalves de Magalhães, favorito do Imperador.
Assim, denota o grau de seus estudos de teoria literária e suas
concepções do que devia caracterizar a literatura brasileira,
para a qual, a seu ver, era inadequado o gênero épico, incompatível
à expressão dos sentimentos e anseios da gente americana
e à forma de uma literatura nascente. Optou, ele próprio,
pela ficção, por ser um gênero moderno e livre. Ainda
em 1856, publicou o seu primeiro romance conhecido: Cinco minutos. Em
1857, revelou-se um escritor mais maduro com a publicação,
em folhetins, de O Guarani, que lhe granjeou grande popularidade. Daí
para frente escreveu romances indianistas, urbanos, regionais, históricos,
romances-poemas de natureza lendária, obras teatrais, poesias,
crônicas, ensaios e polêmicas literárias, escritos
políticos e estudos filológicos. “Os
dois homens olharam-se um momento em silêncio; ambos tinham a mesma
grandeza de alma e a mesma nobreza de sentimentos; entretanto as circunstâncias
da vida haviam criado neles um contraste. Em Álvaro, a honra e
um espírito de lealdade cavalheiresca dominavam as suas ações;
não havia afeição ou interesse que pudesse quebrar
a linha invariável, que ele havia traçado, e era a linha
do dever. http://www.mec.gov.br/seed/tvescola/mestres/jose/index.shtm |
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